segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Código Florestal converte multa em compensação ambiental



Luciana Lima
Repórter da Agência Brasil 

O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes reconheceu que o prazo de 180 dias é apertado para que os proprietários rurais consigam realizar os procedimentos de adequação à nova legislação.  

“Eu acredito, pessoalmente, que haverá muita dificuldade. Mas, de qualquer forma, foi o prazo estabelecido. O próprio decreto prevê uma facilitação para isso, com uma ajuda, principalmente, para os pequenos produtores, mas, mesmo assim, é um trabalho extremamente difícil, bastante complexo e o volume é muito grande. São milhões de propriedades”, destacou o ministro ao se referir ao Programa Mais Ambiente, criado para apoiar a regularização ambiental de pequenos e médios produtores.


Brasília - O produtor rural multado por desobedecer o Código Florestal poderá ficar isento de multa, caso regularize sua situação nos órgãos ambientais no prazo de 180 dias, a contar da data da notificação.

O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, disse hoje (11) que, para isso, o proprietário terá que, dentro do prazo estipulado, procurar um cartório e registrar termo de compromisso em recuperar a área.

Essa regra está prevista no Decreto Presidencial 6.514, publicado hoje, no Diário Oficial da União, que também estabeleceu o adiamento do prazo para o registro e compromisso de recuperação da reserva legal de propriedades rurais.

Segundo ele, a regra também valerá para aqueles que ainda não foram fiscalizados e que poderiam vir a ser multados. O ministro considerou que esse procedimento não é uma anistia para os que não cumpriram as regras, mas, sim, uma conversão da multa em serviços ambientais.

“O governo não está dando anistia, ele está convertendo em serviços ambientais a multa que a pessoa recebeu, que ainda não teve seu processo esgotado e que não pagou, desde que ela se adapte à nova legislação e aos novos prazos. Esse produtor tem agora um ano e meio para se regularizar. Se ele não foi notificado ainda, após esse período, ele poderá ser notificado e terá um prazo de 180 dias para se adaptar à nova legislação”, explicou.

Stephanes reconheceu que o prazo de 180 dias é apertado para que os proprietários rurais consigam realizar os procedimentos de adequação à nova legislação. 

“Eu acredito, pessoalmente, que haverá muita dificuldade. Mas, de qualquer forma, foi o prazo estabelecido. O próprio decreto prevê uma facilitação para isso, com uma ajuda, principalmente, para os pequenos produtores, mas, mesmo assim, é um trabalho extremamente difícil, bastante complexo e o volume é muito grande. São milhões de propriedades”, destacou o ministro ao se referir ao Programa Mais Ambiente, criado para apoiar a regularização ambiental de pequenos e médios produtores.

O programa prevê assistência técnica, distribuição de mudas e sementes, capacitação e ações de educação ambiental. O Mais Ambiente também criou o Cadastro Ambiental Rural, um sistema eletrônico de identificação de propriedades por georreferenciamento. A adesão ao Mais Ambiente é gratuita e será facilitada para agricultores familiares e comunidades tradicionais.

O prazo para a adaptação, por decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, não se aplica aos proprietários de terra localizados no bioma amazônico. Nesse caso, a adesão ao programa deve ser feita de imediato, sob risco de serem multados imediatamente.

domingo, 20 de dezembro de 2009

Crise atinge 63% das micro e pequenas empresas

Posted by Mirian Gasparin on Junho 23rd, 2009 filed in Finanças 


A crise financeira internacional atingiu 63% das micro e pequenas empresas brasileiras. De cada 100 MPEs, 63 tiveram ou ainda estão tendo dificuldades para lidar com os reflexos causados pela crise econômica mundial como queda de demanda e crédito mais caro. Estes são os principais resultados da pesquisa “Impacto da Crise Financeira Internacional nas MPEs Brasileiras”, que foi realizada entre março e maio de 2009 com 4.200 micro e pequenas empresas em todo o país pelo Sebrae-SP.


Segundo diretor-superintendente do Sebrae-SP, Ricardo Tortorella, a crise internacional produz efeitos piores para as atividades que dependem de financiamento, caso da indústria e do agronegócio voltado para a exportação. Para ele, as atividades que dependem mais da renda do consumidor sentem menos os efeitos da crise como, por exemplo, os setores de comércio e o de serviços. Esta deve ser a tendência para todo o ano de 2009, afirma.

O aumento no preço dos importados e a redução dos prazos de pagamento também foram citados pelos empresários (33% e 24%, respectivamente). Por outro lado, apenas 2% dos entrevistados apontaram aumento da inadimplência dos clientes, demissões, queda dos lucros e das exportações como reflexos da crise mundial em seus negócios.

Entre os impactos sentidos pelos empresários, destacam-se queda de demanda (60%) e taxas de juros (45%), que incluem desde taxas de juros altas (45%) e dificuldade de se conseguir financiamento (40%). Tortorella explica que o problema do crédito não é exclusividade de tempos de crise. As micro e pequenas empresas possuem dificuldades de oferecer garantias e apresentar todos os documentos exigidos na hora de recorrer a um financiamento.

Pequenas empresas têm mais dificuldade... (Veja mais)

Documento orienta pequenas empresas a enfrentar a crise



quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Saiu no ConversaAfiada de Paulo Henrique Amorim.



Notícias publicadas no "ConversaAfiada" , do admirável Jornalista Paulo Henrique Amorim; um ícone do jornalismo.

Copenhague: Depois do Zé Alagão e Kátia Abreu, agora é a vez de Arruda
O Conversa Afiada reproduz o comentário do amigo navegante João Fábio Bortolanza:


Enviado em 16/12/2009 às 22:27
Zé Alagão chama reforços para Copenhague…
“Arruda viaja para Copenhague.....


SÃO PAULO – O governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, embarcou discretamente na noite de terça-feira para Copenhague, onde está sendo realizada a conferência das Nações Unidas para mudanças climáticas (COP-15). Arruda tomou um voo no Rio de Janeiro e chegou à capital da Dinamarca após escala em Paris. Ao que consta, não foi para entregar panetones ao presidente Lula.” (Estadão On-Line)

Leia também:
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terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Com previsão orçamentária de R$ 399,3 milhões em 2010. Presidente da Câmara Legislativa de SP deve ser reeleito pela 4ª vez


Com previsão orçamentária de R$ 399,3 milhões em 2010.  O vereador Antonio Carlos Rodrigues (PR), de 59 anos, deve ser reeleito hoje, às 11 horas, para um inédito quarto mandato no comando do maior Legislativo municipal do País.


Líder do centrão - grupo de partidos que se uniu na Câmara Municipal de São Paulo, a partir de 2003, para ser o fiel da balança nas votações que opõem PSDB e PT -, o vereador Antonio Carlos Rodrigues (PR), de 59 anos, deve ser reeleito hoje, às 11 horas, para um inédito quarto mandato no comando do maior Legislativo municipal do País, com previsão orçamentária de R$ 399,3 milhões em 2010.


Apesar de Rodrigues estar envolvido em novas denúncias, lideranças tucanas, petistas e o próprio governo do prefeito Gilberto Kassab (DEM) apoiam a reeleição. O grupo capitaneado por Rodrigues reúne 30 parlamentares de PR, PV, PTB, DEM, PP, PSB e PMDB e é reconhecido pelos líderes de outras bancadas como a principal força da Casa.



Na prática, pela regra de proporcionalidade adotada nas câmaras municipais de outras capitais, na Câmara dos Deputados e no Senado, seria o partido de maior bancada, o PSDB, com 13 vereadores, que deveria ocupar a presidência. O PT, com 11 parlamentares, a segunda maior bancada, decidiu apoiar novamente Rodrigues por considerar que........(continua)
Fonte: Jornal O Estado de São Paulo




Na prática, pela regra de proporcionalidade adotada nas câmaras municipais de outras capitais, na Câmara dos Deputados e no Senado, seria o partido de maior bancada, o PSDB, com 13 vereadores, que deveria ocupar a presidência. O PT, com 11 parlamentares, a segunda maior bancada, decidiu apoiar novamente Rodrigues por considerar que "ele respeita o regimento interno". Já para o líder do PSDB, Carlos Alberto Bezerra, a reeleição foi um entendimento dos líderes e o reconhecimento das principais forças da Câmara Municipal.

Os líderes não veem empecilho no fato de o presidente ser alvo de processos judiciais nos quais é acusado de ter cometido improbidade administrativa, quando era presidente da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), em 1992. Rodrigues também recebeu, nas últimas eleições, segundo o Ministério Público Eleitoral, doação ilegal de R$ 240 mil da Associação Imobiliária Brasileira (AIB), entidade fantasma acusada de agir a favor do mercado imobiliário.

Na mais recente denúncia, divulgada na semana passada, ele é suspeito, segundo a Polícia Federal (PF), de ter recebido propina para aprovar a liberação de uma obra junto ao Departamento do Patrimônio Histórico da Prefeitura. Rodrigues nega todas as acusações. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

UM GOSTINHO DIFERENTE - Pernil assado com suco de laranja e cebolas carameladas

Ingredientes
1 pernil de 7 kg
2 colheres (sopa) de sal
2 xícaras de suco de laranja ácida (tipo pêra)
1 xícara de suco de limão
1 cebola grande picada
5 dentes de alho grandes picados
1 colher (chá) de pimenta vermelha em pó (caiena)
1/3 de xícara de azeite
2 galhos de alecrim
2 cenouras cortadas em fitas e passadas em água fervente

Folhas de mâche (erva-benta ou alface-de-cordeiro) para decorar

Para as cebolas
1/2 kg de cebolinha pérola sem casca
1 colher (sopa) de sal
2 colheres (sopa) de vinagre de maçã
2 colheres (sopa) de manteiga
2 colheres (sopa) de mel

Modo de preparo
Na véspera, faça furos no pernil com um espeto de metal. Coloque- o em uma tigela grande e tempere com o sal, os sucos de laranja e de limão, a cebola, o alho e a pimenta caiena, esfregando bem o tempero na carne. Regue com o azeite e distribua os galhos de alecrim. Cubra com filme plástico e mantenha na geladeira de um dia para o outro. Nesse período, vire o pernil pelo menos uma vez para que o tempero penetre bem. Antes de assar, deixe em temperatura ambiente por cerca de 40 minutos. Preaqueça o forno a 200°C (quente). Transfira o pernil para uma assadeira grande e regue com o tempero (reserve 1 xícara). Cubra com papel-alumínio e leve ao forno preaquecido por três horas, regando de vez em quando com o caldo da assadeira. Retire o papel-alumínio e continue assando por mais duas horas, até que o pernil fique bem dourado e macio e, enfiando um espeto de metal, saia um líquido transparente. A cada 30 minutos, regue com o tempero reservado e, se for necessário, acrescente mais suco de laranja ou água para não deixar que a carne resseque. Se alguma parte dourar demais, cubra-a novamente com papel-alumínio.

Prepare as cebolas
Enquanto assa o pernil, leve as cebolinhas pérola ao fogo em uma panela com água fervente temperada com sal e deixe cozinhar de cinco a oito minutos. Escorra e passe pela água fria. Coloque-as em uma frigideira antiaderente, junte o vinagre de maçã, a manteiga e o mel e misture. Deixe ferver por três minutos, sacudindo a frigideira. Sirva o pernil em uma travessa com as cebolinhas em volta.

Decore com as fitas de cenoura e as folhas de mâche (erva-benta ou alface-de-cordeiro). Rende de 12 a 15 porções.






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terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Kassab prevê gasto de R$ 126 milhões com ações de publicidade em 2010

Veja de onde vai sair os R$ 126 milhões que o Prefeito Kassab vai gastar com as ações de publicidade ! ! !
     
A previsão de um gasto maior com publicidade surgiu com o adicional de R$ 780 milhões que o governo espera ter com o aumento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e com o crescimento de outros tributos, como o Imposto Sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI). Até 2008, contudo, o gasto do governo com publicidade atingiu R$ 37 milhões, valor 240% inferior à projeção para o ano que vem.


A Comissão de Finanças da Câmara Municipal autorizou o prefeito Gilberto Kassab (DEM) a gastar no próximo ano R$ 126 milhões com ações de publicidade. A dotação recorde para a área supera em 2010 as estimativas de gastos com as obras e o gerenciamento de áreas de risco (R$ 25 milhões) e o montante destinado à reforma de corredores de ônibus (R$ 20 milhões). Até o fim deste mês, o governo deve encerrar o ano com gasto de R$ 90 milhões aplicado nas "publicações de interesse do Município". Já nas "obras e serviços nas áreas de riscos geológicos" o prefeito empenhou R$ 12,9 milhões até o momento.


A oposição ao prefeito no Legislativo critica o fato de o governo utilizar mais verbas nas campanhas publicitárias do que nas obras em áreas de risco e promete dificultar a aprovação da nova peça orçamentária. Nos últimos cinco dias, enchentes mataram 13 pessoas na Grande São Paulo. Na zona leste da capital, houve três mortes por soterramento em áreas de risco do Parque São Rafael. O governo, porém, vem dizendo estar preparado para as cheias, com o monitoramento frequente das áreas de risco. Nos últimos cinco anos, segundo a Prefeitura, cerca de 18 mil moradores dessas áreas já receberam atendimento habitacional.


Fontejornal O Estado de S. Paulo.



A previsão de um gasto maior com publicidade surgiu com o adicional de R$ 780 milhões que o governo espera ter com o aumento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e com o crescimento de outros tributos, como o Imposto Sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI). Até 2008, contudo, o gasto do governo com publicidade atingiu R$ 37 milhões, valor 240% inferior à projeção para o ano que vem.

Segundo o relator do orçamento, Milton Leite (DEM), que ampliou a previsão de gastos com publicidade de R$ 98,7 milhões para R$ 126 milhões - e abriu espaço para outros R$ 6 milhões serem realocados nessa área -, a Prefeitura precisa de dinheiro para divulgar a execução do Plano de Metas, lei que obriga o governo a dar publicidade às obras. "É verba necessária para campanhas, como o combate à dengue", diz Leite, que também ampliou em R$ 151,8 milhões a verba destinada às subprefeituras. Kassab também defende a verba como forma de realizar "prestação de serviços" para a população.

Saúde e Educação

Por orientação de Kassab e por causa da arrecadação adicional prevista no IPTU, as áreas de Saúde e de Educação tiveram os maiores aumentos nas projeções das verbas no projeto substitutivo apresentado ontem pela Comissão de Finanças da Câmara. Ao todo, as duas pastas tiveram incremento de R$ 1 bilhão, pois foi transferido R$ 1,7 bilhão do recurso carimbado para o pagamento de precatórios.

A área de Educação vai receber 31,15% das receitas correntes (a previsão inicial era 30%), segundo Leite. Para a Saúde, a estimativa cresceu de 18,96% para 19,71%. Como prevê um desgaste por causa dos aumentos do IPTU e da tarifa de ônibus, Kassab quer acelerar obras prometidas na campanha eleitoral, como a construção de três hospitais na periferia (Brasilândia, Vila Matilde e Parelheiros) e de creches para tentar zerar o déficit de 45 mil vagas.

Metrô

Depois de um ano sem investir na Companhia do Metropolitano (Metrô), a Prefeitura poderá aplicar até R$ 1,7 bilhão na ampliação da rede em 2010. O texto aprovado ontem determina que a verba obtida na venda da folha de pagamento do governo para o Banco do Brasil seja investida no sistema.

Na semana passada, o prefeito Gilberto Kassab (DEM) anunciou que iria transferir a gestão das contas dos funcionários e fornecedores da Prefeitura, hoje feita por Itaú e o Bradesco, ao Banco do Brasil, que pagaria R$ 726 milhões. Mas o valor deve ser maior para Leite. "Pode chegar a R$ 1,7 bilhão." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Disfunção erétil é um mal que atinge mais de 50% dos homens


Algumas doenças podem ser as responsáveis em causar a disfunção erétil, como hipertensão, tabagismo, diabetes, doenças cardíacas, doença vascular periférica e anormalidades lípicas no sangue.
“Um histórico de diabetes ou alcoolismo pode ser a causa de problemas neurológicos. Outras causas neurológicas, como esclerose múltipla, lesão da medula espinhal ou lesões cranianas, também podem ser detectadas no processo de diagnóstico”, diz o especialista.
A disfunção erétil é um mal que afeta mais de 50% dos homens entre 40 e 70 anos em todo o mundo. Para quem nunca ouviu falar, a disfunção erétil se diz respeito à dificuldade ou impossibilidade de um homem ter ou manter uma ereção peniana que proporcione uma relação sexual satisfatória. Mesmo sendo algo comum no universo masculino, é uma expressão que traz uma forte carga emocional negativa.
“É muito comum, o homem que passa por este problema ficar frustrado, principalmente os mais jovens que estão no vigor da vida sexual. A disfunção erétil pode estar ou não associada à ejaculação precoce ou inibição do desejo sexual”, relata Dr. Oskar Kaufmann, doutor em Urologia, especialista em cirurgia robótica em urologia, Membro da Sociedade Brasileira de Urologia, American Urological Association, Endourological Society e integrante do corpo clínico dos Hospitais Albert Einstein e São Luiz.
“A persistência do problema é causa importante do comprometimento da qualidade de vida, por se transformar num problema crônico”. O número de homens com disfunção erétil no Brasil, segundo estudos demográficos, aumentará proporcionalmente ao envelhecimento da população.
De acordo com Kaufmann, a ereção começa com estímulo físico e mental. Impulsos do cérebro e dos nervos fazem com que as terminações nervosas do pênis liberem óxido nítrico (NO), levando os músculos lisos dos corpos cavernosos ao relaxamento, aumentando a largura das cavidades, semelhantes àquelas encontradas no tomate, e permitindo que se encham com o fluxo de sangue.
Fonte: RIBEIRÃO PRETO ONLINE
Mais Notícias: Ciência & Saúde



O sangue faz pressão, levando o pênis a se expandir. A ereção ocorre quando o tecido esponjoso se enche completamente de sangue. A túnica albugínea retém o sangue ao comprimir as veias, mantendo assim a ereção.
O processo se inverte quando outro conjunto de nervos libera a adrenalina, que faz os músculos contraírem, minimizando a entrada de sangue e aumentando a saída.
Para que o homem tenha uma ereção requer uma sequência de eventos. Quando iniciada, a ereção sexualmente estimulada se mantém por meio de uma complexa interação entre nervos e vasos sanguíneos.
Os músculos precisam relaxar, as artérias precisam dilatar e as veias precisam se contrair - tudo ao mesmo tempo. Se alguma coisa perturbar essa sequência de eventos, o indivíduo poderá ter disfunção erétil.

Fatores psicológicos

Todo homem pode ter dificuldades para manter uma ereção em algum momento da vida. Fadiga, ansiedade e consumo excessivo de álcool, entre outros fatores, podem causar um problema ocasional.
Em algumas situações, homens que vivenciam uma incapacidade súbita de manter uma ereção, quase sempre revelam também uma origem psicológica para o problema.
“Assim, como uma ereção pode se manifestar apenas do homem pensar em sexo, também os pensamentos negativos como, por exemplo, problemas financeiros, desentendimentos com a parceira ou problemas no trabalho podem impedir que o homem tenha ou mantenha uma ereção. De modo geral, homens com esse tipo de problema de ereção continuam a ter ereções enquanto dormem ou quando se levantam pela manhã”, ressalta o especialista.
Quando a situação persiste, muitos homens demoram ou têm duvidas da necessidade de procurar ajuda. Para o Dr. Oskar Kaufmann, procurar um tratamento é muito importante até para a qualidade de vida emcional e sexual do indivíduo.
Segundo o especialista, é necessário procurar um urologista quando o homem nunca ou muito raramente tem ereções enquanto dorme ou quando se levanta pela manhã, quando não consegue uma ereção, quando tenta se masturbar e não consegue manter a ereção até a ejaculação, quando tem uma ereção apenas pouco antes da ejaculação, quando não obteve nenhuma melhora nas ereções ao usar alguma outra forma de tratamento e, finalmente, tem pouco ou nenhum desejo (libido).
“Mas, se o homem consegue ter ereções quando se masturba ou quando está com alguém diferente de seu convívio íntimo, é possível que não haja problema orgânico, apenas um problema de relacionamento com a pessoa em questão”, completa.
Algumas doenças podem ser as responsáveis em causar a disfunção erétil, como hipertensão, tabagismo, diabetes, doenças cardíacas, doença vascular periférica e anormalidades lípicas no sangue.
“Um histórico de diabetes ou alcoolismo pode ser a causa de problemas neurológicos. Outras causas neurológicas, como esclerose múltipla, lesão da medula espinhal ou lesões cranianas, também podem ser detectadas no processo de diagnóstico”, diz o especialista.
O urologista deverá verificar se existem outras possíveis causas importantes de disfunção erétil, como cirurgia pélvica radical, radioterapia, doença de Peyronie, lesão pélvica ou peniana, prostatite, câncer de próstata, priapismo (ereções persistentes e anormais que impossibilitam a penetração e podem causar dano permanente ao pênis) ou problemas urinários.
Além disso, é preciso saber se o paciente usa medicamentos ou drogas ilegais. Cerca de 25% de todos os casos de disfunção erétil, segundo Kaufmann, são causados por medicamentos prescritos para outros problemas de saúde.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Péssimas condições de muitas estradas e embalagens ruins, fazem país perder 30% da produção de frutas e verduras

As condições ruins de muitas estradas, o descaso com as embalagens , o tempo que se perde no caminho e a dificuldade de acesso aos centros urbanos, acabam danificando os produtos e inviabilizando seu consumo




Brasil, o maior exportador mundial de alimentos também é um dos campeões do desperdício. O Brasil joga no lixo anualmente 26,3 milhões de toneladas de comida, segundo cálculos da FAO, órgão da ONU para alimentação e agricultura. O desperdício geralmente ocorre nos processos de embalagem, transporte e armazenamento. E o que é descartado daria para alimentar 35 milhões de pessoas por mês.


Brasília - As 72 centrais de Abastecimento Brasileiras (Ceasas) atendem a 80% da população e têm um faturamento de quase R$ 20 bilhões por ano, superando grandes redes de supermercados, de acordo com dados da Associação Brasileira das Centrais de Abastecimento (Abracen). Apesar do volume comercializado, o presidente da entidade João Alberto Lages, alerta que até 30% das frutas, legumes e verduras se perdem durante o caminho do campo para as Ceasas.
“As condições das estradas, o tipo de embalagens usadas e o tempo que se perde no caminho acabam machucando os produtos e inviabilizando seu consumo”, afirmou Lages para Agência Brasil, durante o lançamento do Diagnóstico dos Mercados Atacadistas e Hortigranjeiros.
Por: Danilo Macedo




Segundo Lages, além das condições ruins de muitas estradas, a falta de logística adequada traz dificuldade de acesso aos centros urbanos, o que atrasa muito a chegada dos alimentos aos sacolões e supermercados locais. Ele disse que o diagnóstico feito, depois de mais de 20 anos sem informações completas sobre o setor, é importante para apontar os rumos a seguir.
O consultor do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) Altivo Cunha, que coordenou a pesquisa com o apoio da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), disse que o estudo dimensiona as principais falhas do setor, como infraestrutura insuficiente, embalagens inadequadas, necessidade de expansão e de reforma, mas é essencial que o governo trabalhe para resolvê-las.
“A gente está vendo o Brasil se expandir, modernizar-se e investir e não tem visto até agora uma sinalização para o setor que cria qualidade e fornece alimentos”, afirmou Cunha. Segundo ele, para a expansão e reforma das Ceasas seriam necessários investimentos de cerca de R$ 860 milhões.
O presidente da Abracen ressalta que as Ceasas, localizadas em 21 estados e no Distrito Federal, empregam diretamente 200 mil pessoas e abrigam 10 mil empresas. “É um grande instrumento de desenvolvimento econômico e, certamente, teremos uma geração de empregos muito grande com sua reestruturação.”

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

EXCLUSIVO: Quilo da carne de primeira cai para R$ 6,20 ao produtor


Mesmo com os preços da arroba do boi gordo em queda para o produtor, os consumidores continuam pagando o mesmo preço pela carne. “A parte do leão fica lá no varejo”, afirma Alcides Torres, da Scot Consultoria, referindo-se ao não repasse da queda dos preços para o consumidor final. Carne de primeira é negociada a R$ 6,20 o quilo.

Torres explica que agora, no período de safra, existe uma tendência para que os preços caiam. Por outro lado, o Brasil exportou 16 mil toneladas de carne para os Emirados Árabes, entre janeiro e outubro deste ano. Quanto a alta do câmbio, para R$ 1,75, o consultor não se mostra muito animado. “Se ele se mantiver alto, essa é uma boa notícia. Mas se for só um pulo, não”. 


Apesar das festas de final de ano, em que o consumo de carnes aumenta e ajuda a valorizar o setor, Torres não vê um bom cenário no mercado atual. “A oferta está muito grande, está saindo boi de todo lado”.