Mostrando postagens com marcador usinas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador usinas. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

APAGÕES E IDADE DA PEDRA X USINA BELO MONTE

Por - Benê Silva.
Uma onda de protestos pró e contra a Usina Belo Monte circulam na internet, no momento em que o governo Federal começa a construir no Xingu. Os contrários à construção da Usina o fazem os protestos baseados em informações de que índios serão expulsos do local assim como animais que também serão dizimados.  Vários Artistas da Globo entraram nesta briga, em um vídeo recheado de palavras de protestos, inclusive nele, a atriz Maitê Proença querendo dar maior ênfase às suas palavras, tira o sutiã. Só pra informar, jovens estrangeiros fizeram vídeo protestando contra medidas tomadas pelos seus governos e também houve quem tirou o sutiã. A nossa Maitê do vídeo brasileiro, apenas copiou mais uma vez e quer se parecer politicamente correta.

A causa no Brasil é justa, se realmente extinguiria índios e animais, coisa que em parte acontecerá, em parte, pois, algumas tribos serão removidas de lugar, assim como os animais, longe de onde a Usina funcionará. Usina que ajudará na demanda de eletricidade, ainda que a quantidade que produzirá é pequena frente o que um País como Brasil que está em anos de pujança, e quer continuar seu crescimento no futuro, sem a ameaça de apagões e falta de energia nas suas indústrias.

Outro porém é que a maioria das tribos usam celulares, internet, quer dizer, vivem como homem da cidade mas querem manter quilômetros e quilômetros de terras como se fossem índios não civilizados. Existem tribos que com tantas terras as alugam para que fazendeiros criem gados.

Eu particularmente sou a favor da Usina Belo Monte, e não escondo a opinião de que, nos anos anteriores o Brasil não foi preparado para dar um salto de qualidade, com melhorias de vida da população, e o que vemos hoje: aeroportos cheios, estradas apinhadas de veículos, fatos que acontecem também em outros setores.

Concluo que sou contra Usinas nucleares, mas não sou contra a Usina Belo Monte, porque um dia poderemos ter jacarés, tuiuiús e onças nos nossos quintais, mas sem eletricidade, teremos que usar lamparinas, lampiões e velas para clarearmos nossas casas. Respeito as diversas opiniões e o modo diferente de ver as coisas, e como vivemos numa democracia, cada qual tem sua opinião. A minha é esta.
Batatais News: Benê Silva

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Etanol - Com safra menor, Brasil importa 600 mi de litros de Etanol.

Etanol importado é para abastecer o mercado interno

Brasil deverá importar dos Estados Unidos 600 milhões de litros de hidratado para abastecer mercado interno, cuja demanda é visivelmente maior que a produção. O volume de Etanol equivale aproximadamente a 7% da produção de etanol anidro, e 4% do volume total. As vendas de carros “FLEX” cresce mais e mais, consumindo mais etanol do que as usinas conseguem produzir.

O setor sucroalcooleiro precisa investir em tecnologia para aumentar a produção nas lavouras já existentes, e também na construção de mais usinas e consequentemente aumentar a área plantada em cana. Os produtores relatam uma quebra na atual safra, considerando vários fatores que interferiram para diminuir a produção. Entre estes fatores está a falta de investimento no manejo e conservação dos canaviais, e também a necessidade de mais investimentos para o setor.

Entendemos que Governo e o setor sucroalcooleiro precisam sentar a mesa e discutir bases para a produção de biocombustível. Os produtores alegam que a lavoura produtiva de etanol esta em segundo plano, e desta forma os problemas gerados pela alta demanda do etanol castiga o consumidor, que certamente vai ficar com o ônus.

É preciso reescrever a história da produção do etanol, com marcos regulatórios e políticas de sustentação a lavoura produtiva de cana de açúcar, caso contrário, corrermos o risco de ter um estrangulamento que resultará em total desequilíbrio entre produção e consumo. 

domingo, 3 de julho de 2011

Etanol – Sangra o dinheiro do bolso do consumidor, que sobra no bolso das usinas, distribuidoras e do governo.

Os sinais da estrangulamento da produção do Etanol já são visíveis.

Em plena safra da cana de açúcar, o consumidor é surpreendido pelo alto preço do “Etanol”; que já chega aos R$2,00 na grande São Paulo, no interior do Estado, mais precisamente na região de Ribeirão Preto, onde se encontra a principal região produtora de álcool (Etanol) do Brasil, a maioria dos postos já vende o etanol a R$1,80, e aqui, na vizinha Batatais, a maioria dos postos vende o etanol a R$1,75, com forte tendência de alta.


Todos nós sabemos que as usinas recebem milhões de reais do governo em financiamentos com juros subsidiados para dar sustentação a produção do bicombustível feito a partir da cana de açúcar. Os incentivos visam aumentar os estoques reguladores e também aumentar a produção da cana de açúcar através de melhoramento genético.

Mas o que todos nós estamos sentindo é que a produção de açúcar, cujo preço internacional esta super aquecido, leva as usinas a produzirem muito mais açúcar do que “Etanol”. De outro lado a frota de veículos flex cresce sem parar, mais toneladas de açúcar produzidas, resulta em menos litros de Etanol produzidos, a conseqüência é falta Etanol para o abastecimento nos postos, e então o preço dispara.


Na estimativa da Bioagência, na safra passada, foram produzidos 18,303 bilhões de litros de Etanol hidratado, na safra atual as previsões giram em torno de 16,585 bilhões de litros, portanto uma queda de 9.4% na produção de Etanol, que será de  para uma frota estimada em 10.000 milhões de veículos do tipo bicombustível.

A indústria automotiva  precisa investir de forma incisiva evolução tecnológica dos motores, que ainda apresentam consumo elevado e um aproveitamento pouco satisfatório em relação ao consumo do BioCombustível Etanol , o Governo consequentemente criar mecanismos  para evitar o desabastecimento, e evitar uma alta muito forte de preços, que pode colocar em cheque o uso do Etanol hidratado como BioCombustível.