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sábado, 30 de junho de 2012

Fundo Partidário - Conheça os valores repassados mensalmente a cada partido

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Criado juntamente com a Constituição Brasileira de 1988, o Fundo Partidário Nacional nasceu com o objetivo de fortalecer os partidos políticos em tempos pós ditadura, visando garantir a pluralidade e a autonomia financeira dos Partidos. Atualmente existem 27 partidos políticos registrados no Tribunal Superior Eleitoral, todos aptos a receber parte do montante destinado ao Fundo.

Os Partidos recebem o repasse de acordo com o número de deputados que elegeram, e os 6 (seis) primeiros da lista são: PT, PMDB, PSDB, DEM, PP e PSB, estes, recebem mensalmente valores que vão de  R$ 4.213.651,56  a  R$ 1.782.124,21. Confira a lista de todos os partidos que recebem o repasse da União. 


Os recursos do Fundo são provenientes do orçamento da União; ou seja, vem dos impostos que todos os cidadãos pagam diariamente. O Fundo Partidário Nacional também recebe recursos provenientes de multas, como aquelas pagas pelos eleitores em situação irregular, e as que são originadas em condenação judicial eleitoral de políticos e candidatos.

Apesar das astronômicas quantias repassadas aos partidos, os mesmos não abrem mão de cobrar de forma imperativa a contribuição partidária das Direções Municipais, e se não pagar, não recebem autorização para concorrer as eleições municipais.

domingo, 18 de março de 2012

ELEITORES... PARTIDOS: QUAIS SUAS FINALIDADES?


A prática de Governos distribuir Ministérios, Secretarias e cargos aos partidos que geralmente podem ser vistos como cabides de empregos, servem também para formar a base de sustentação que rejeita e aprova projetos de interesses sejam na esfera presidencial, estadual e municipal. E virou rotina partidos destituídos da representatividade com quem os elegeu, atualmente se manifestarem descaradamente priorizando seu próprio interesses em detrimento aos da nação.
Na última semana um caso que pode ou não ser um exemplo dos citados acima, o (PR), através do senador Blairo Maggi, afirmar que o partido estava sendo pouco prestigiado e portanto abandonaria a base de apoio ao governo Dilma e se tornaria oposição. Normal seria esta atitude se o próprio senador Blairo não tivesse sido convidado duas vezes para ser Ministro dos Transportes, e as rejeitou.
Verdade é, em geral a prática dos partidos exigirem ministérios etc, vira hábito e depois interesse que se muito voraz torna-se sinônimo de corrupção e, em contrapartida estarem se lixando em fazer leis de interesse do País. E mesmo sendo tão corriqueira nos últimos anos, causa estranheza quando é ignorado, como ocorreu com o Willian Waack ao dar a notícia no Jornal da Globo que o PR viraria oposição fazer o seguinte comentário: "Tricotar e costurar com os políticos, obviamente, não é do gosto dela, mas… é a regra do jogo no sistema político no qual vivemos".
Com esta argumentação Willian Waack se apresentou como formador de opinião. Um formador de opinião que da forma que a fez pareceu querer incutir no telespectador, que acertos e conchavos nos bastidores da política é legal e ético.
Estranheza também sentiu o blogueiro Luiz Fernando do Triplo Sentido, que postou: "Ao invés de aproveitar esta situação para mostrar o desgaste e os absurdos da nossa democracia representativa, o jornal, na figura de seu apresentador Willian Waack, resolveu ajudar na cristalização de um comportamento e uma visão de política que apenas contribui para a corrupção e para a defesa do interesse de pequenos grupos econômicos".
Fica a critério do leitor, analisar e opinar no coments acima seu ponto de vista.